Acampamento Regional de Santa Catarina reúne cerca de 3.200 participantes em Rio Negrinho

18 outubro 2017

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No último feriado, durante os dias 12 a 15 de outubro, foi realizado 18º Acampamento Regional de Santa Catarina (ARSC) na fazenda Evaristo, localizada na cidade de Rio Negrinho/SC. Este ano, o tema do evento foi “Nossas Origens”, um alusivo a grande miscigenação cultural e étnica presente em todas as regiões de Santa Catarina.

“O tema surgiu como uma maneira de mostrar a diversidade do nosso Estado. A cultura gaúcha no Oeste, Extremo Oeste e Meio Oeste; cultura alemã no Vale, italiana no Sul, açoriana no Litoral e outras tantas. A ideia é mostrar que mesmo de culturas e origens diferentes, somos parte de um pujante Estado e irmãos nessa grande fraternidade escoteira”, destaca o presidente dos Escoteiros de Santa Catarina, Celso Menezes.

Na ocasião, estavam presentes mais de 3.200 participantes, que representaram 95 grupos escoteiros de sete estados brasileiros, além de Santa Catarina, com destaque para representantes do Peru e da França. O evento também contou com a presença do prefeito de Rio Negrinho, Julio César Ronconi, que foi escoteiro na cidade. Durante a abertura do evento, realizada na manhã do dia 12, ele agradeceu a oportunidade de estar sediando mais um evento escoteiro, já que esta é a segunda vez que o ARSC é realizado na cidade.

A programação foi preparada pela comissão organizadora, que planejou as atividades de acordo com a faixa etária de cada ramo, fundamentadas nas diretrizes do método escoteiro, visando aprendizagem, diversão e amizade, promovendo o autodesenvolvimento dos membros. Entre os módulos destaque para jogos aquáticos, aventuras terrestres, atividades noturnas, show de talentos, caminho dos tropeiros, pescadores açorianos e balseiros do Rio Uruguai, fogo de conselho e festa dos Ramos.

O presidente, Celso Menezes, destaca que o objetivo do movimento é transformar comunidades através da atuação do escotismo e atividades como essa, reúnem em um só lugar, num curto espaço de tempo, vivências que ajudam o jovem a assumir o seu autodesenvolvimento. “A troca de experiências com pessoas de outros grupos enriquece a vida escoteira do jovem e vai compondo seu perfil de líder e cidadão de bem, fundamental para a sociedade e para a humanidade que queremos”, enfatiza o dirigente.